sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Não se deve abusar da miséria do povo...

FÁBULAS FABULOSA  DE  MILLÔR  FERNANDES (obrigado mestre!)

Prestem atenção Valmir da Integral e Darci. Parem de abusar do coração e do estomago do povo. Pelas regras do universo tudo que vai, volta. Nem que para isto ocorra uma eternidade. Parem de oferecer ao povo SOPA DE PEDRAS. Podem acabar como o Serapião Pintumba ai ó.

A sopa de pedras




Quando terminou a guerra dos farrapos de Canudos, uma guerra dessas aí!, Serapião Pintumba perambulou por muito tempo no sertão. Á proporção que perambulava, penetrava, e, penetrando, sua miséria aumentava – pois o interior fazia as cidades empobrecerem com ele. Até que um dia chegou a uma aldeia de casas de taipa, distante de tudo, isto é, próxima de nada. Serapião bateu numa porta e pediu um pedaço de pão. Foi escorraçado. Bateu noutra porta, pediu um pedaço de queijo de cabra. Foi chutado. Bateu em outra porta e pediu um pedaço de rapadura. Foi cuspido. Bateu em outra porta e pediu uma lata velha. Foi atendido. Aí, Serapião se acocorou no meio da praça, fez uma trempe, botou a lata em cima e ficou esperando o destino. O destino, como sempre, juntou uns curiosos: “Que qui tu ta fazendo aí, Serapião Maluco?” perguntaram. “Uma sopa”, disse Serapião. “Tô veno nada”, criticou um velho crítico de sopas local. “Tão marranja água que cê vai vê”, disse Serapião. Arranjaram água pro Serapião, e fogo, e ele, assim que a água pegou uma fervura, jogou duas pedras dentro da lata e ficou lá mexe que mexe com um pau. “Que sopa é essa?”, veio a próxima pergunta. “Sopa de pedra”, disse Serapião. “De peeeeeedra?”, espantaram-se os habitantes da aldeia, em uníssono. “E pode sopa de pedra? Nóis num cômi sopa aqui tem mais di méis. Si dava para fazê sopa di pedra, a gente toda tava toda limentada.” Um demagogo presente aproveitou a dúvida no ar e vociferou: “É como os eternos leguleios, eternos prometedores de miragens, embaindo o povo do sertão com falácias infantis, acenando para o povo com soluções miríficas enquanto palacianos governosos se locupletam com suas gordas mordomias. Mas mesmo esses profissionais do engodo jamais pensaram em proposta de solução alimentar tão estapafúrdia!” Tomou ar e perguntou noutro tom: “Que é que você pretende exprimir, dialeticamente, com sopa de pedra?” “Bem”, respondeu Serapião, um tanto intimidado, a sopa pode sê só di pedra, né?, e inté qui sai boa. Mas se ocês mi arranja um picadinho de tocinho, um pezinho di cove, um naquinho di rapadura, aí dava muito in mió, né memo?” “Qué qui há, Maneco, sem essa!”, disse então um pau-de-arara que tinha trabalhado em Ipanema durante seis meses, pendurado num edifício da Vieira Souto, e por isso era considerado o grã-fino da aldeia. “Sopa de pedra é sopa de pedra! Não vem com subsídios que aqui não tem disso não. Você falou em sopa de pedra; vai ser sopa de pedra! Pessoal, todo mundo fazendo sopa de pedra aí na praça!” Em poucos minutos, a praça estava cheia de panelas, caldeirões, chaleiras, terrinas e latas fervendo com pedras. E cada um já procurava fazer sua sopa melhor que a do vizinho, com um sabor diferente: rocha, granito, sílex, calcário, pedra-pomes, basalto, pedra-sabão, pedra-ume, pedregulho. Mas terminou tudo numa grande decepção. Nenhuma das sopas de pedra tinha o menor gosto de sopa. Pior ainda – não tinha nem gosto de pedra. Foi aí que um caboclo mais imaginoso descobriu a única utilidade da pedra capaz de, naquele momento, satisfazer a todos os habitantes da aldeia. Tacou um paralelepípedo na cabeça de Serapião, que caiu ali mesmo e logo foi apedrejado por todo mundo, morrendo dilapidado.

Como na Bíblia.


Moral: Não se deve abusar da miséria do povo; ele acaba ficando empedernido.

domingo, 25 de janeiro de 2015

PARAUAPEBAS SOB AMEAÇA. MEDO E PISTOLAGEM IMPERAM!



QUEM puder, dizer a exata explicação,
Me diz como pode acontecer, um simples canalha matar um rei
Em menos de um segundo
Oh, minha estrela amiga,
Porque você não fez a bala parar....
Canção do Novo Mundo – Beto Guedes/Milton Nascimento

ESTAMOS COM MEDO


FRAGEIS e sem o poder econômico, estamos numa luta do tostão contra o bilhão. Que pode gerar vida ou morte. Como vamos sobreviver a mais este assassinato, distante mas de alguém de perto, que trava uma luta local? Não podemos continuar como se tudo fosse apenas coincidência. Não pode ser coincidência apenas. Se pensarmos em armação, em teatro de horror, temos bastante motivo para temer se a justiça não alcançar os culpados e puni-los. JUSTIÇA!




Sabemos que esta esfera é do mal. Partilhamos a todo momento com ações cruéis, irresponsáveis, duras e desnecessárias pelo vil metal ou pelo poder. Temos medo porque nos opomos a este ideal. Não queremos o mal em si, buscamos o bem comum. Se Ângela assumir o poder, faremos uma transformação de ações. Se os 10 vereadores aliados a este executivo miserável, assassino e covarde prevalecer nas suas convicções, vamos atropela-los. Odilon, com sua histórica resistência e interesse em fazer o bem a Parauapebas, a sua família e a dona Odisseia que lutou a vida toda por uma educação digna aos meninos e meninas de Parauapebas, a Miquinha, cuja origem popular sofrida, fomentou sua reeleição  e sua liderança junto a sua comunidade não ouvirem o apelo do  G5, de vice Prefeita e nosso apelo como profissionais que dependemos cada vez mais de uma ambiente seguro e proativo, então faremos nossas malas e partiremos. Não sem antes olhar para trás e lançar uma lágrima. Pobre Parauapebas. Vamos esperar que o senhor, ao ver reunido tantos homens maus e de má índole, lance sua carga de sal e limpe esta terra, fazendo de Lo uma visão apenas.

E eternamente repetindo o santo, o semideus Martin Luther King:  não me assusta os gritos dos maus, o que me assusta realmente É O SILENCIO DOS BONS. NÃO Temos defesa.  Por isso abominamos a pena de morte, a condenação de meninos e meninas, de mulheres gravidas, quase ao parto como foi a morte de Ana Karina.

Ao falarmos em justiça queremos levantar suspeições sobre a morte breve de JAKSON SILVA, advogado, guerreiro e lutador pelos direitos coletivos. JAKSON SILVA personifica a irmandade contra a corrupção, contra a leviandade e irresponsabilidade de políticos e empresários covardes, irresponsáveis e incompetentes. A VIOLÊNCIA É O ULTIMO RECURSO DO  INCOMPETENTE. E esta violência nos mata, nos alija de nossos entes queridos e nos isola. Mas não pára  o relógio do tempo.


A partida muito cedo desse guerreiro, advogado, presidente da honorável OAB Parauapebas é um aviso terrível a nossas aspirações por uma sociedade melhor.

Denunciou irregularidades, crimes, inclusive sob investigação da Policia Federal, que não foi capaz de garantir-lhe proteção. Não protegeu sua família, seus filhos, pais e esposa. Parte muito cedo, com enorme missão ainda por cumprir. Seus pares não podem e não devem silenciar. Se mataram o Dr. Jakson para assustar, seu exemplo de decência e compromisso humano e profissional vão derrubar seus algozes. Nossa sociedade não aguenta mais tanta truculência, tanta maldade com os justos, com os bons.

Precisamos barrar a violência. O estado  brasileiro nos deve neste momento. Vamos buscar justiça. Seus executores, como nos múltiplos casos de pistolagem e tantos outros impunes neste querido e rico estado do Para, não pode passar e não deixaremos que passe em vão.

A sociedade vai mobilizar. Os executores, quem deu a ordem para matar este jovem e promissor ser humano não vai usufruir de sua ação pecaminosa. Vamos punir estes covardes, cuja fé e ordem são apenas bala, destruição e morte.

Mobilizar e cobrar de seus executores, que sabemos quem são ou quem teria enorme interesse em silenciar este jovem pai de família, este amante da paz e do DIREITO é o que faremos, eles que se expliquem. Não acreditamos mais em mortes por assalto, em acidentes rodoviários, em latrocínios e homicídios. Tudo é míssil teleguiado. Eles terão que se defender, se justificar, são coincidências demais. Porque nosso amado Jakson? Porque justamente ele? Porque justamente quem esta com 8 processos na justiça contra este governo corrupto, quem esta de frente com um governo de 1,2 bilhão teria que morrer assassinado numa capital distante? Eles que se defendam.

Vamos buscar solução e justiça. OAB, sociedade, Políticos, Vereadores G5, os outros 10 não podemos confiar, todos. Vamos buscar explicações e finalmente JUSTIÇA! JUSTIÇA! JUSTIÇA! Infelizmente é apenas o que podemos fazer num estado de direito, clamar por JUSTIÇA!

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

VALE perde mais de R$200 bi de valor de mercado



VALE EM CRISE
Mineradora perde mais de R$200 bi de valor de mercado em 6 anos!






A Vale não passa por um bom momento na bolsa de valores brasileira. Em seis anos, a companhia viu sua capitalização passar de R$ 322 bilhões, montante recorde, para R$ 106 bilhões. A mineradora, que já foi a segunda maior empresa brasileira, está atrás agora de Ambev, Itaú, Bradesco e Petrobras.

Uma das mais racistas empresas do país, sem contar com quase nenhum médio ou alto executivo negro em seus quadros, o ambiente interno dessa empresa sempre foi hostil, poluído. A privatização não amenizou seus conflitos internos e agora apresenta o preocupante e não discutido caso do calote a seus fornecedores, desde fevereiro 2014. Suas operações no Pará são um desafio ambiental e a lógico de mercado proposta por Keynes: mesmo com a forte queda de preço do mineiro de ferro, seus projetos de expansão, continuam a todo vapor, prometendo num horizonte de médio prazo, maior oferta do minério. Desfaz de ativos importantes para manter os dividendos dos acionistas desde que virou uma “empresa de bolsa”, na gestão fake de Roger Agnelli.




Em 2014, as ações preferências da Vale (VALE5) acumulam queda de 38,3%. Em 2013, caíram 15,2%. O valor de mercado da mineradora equivale a 0,6 do valor patrimonial. Isso significa que se a Vale fosse fechada e seus bens vendidos, os acionistas ganhariam mais dinheiro do que a mantendo em operação. 


Em 2008, a Vale era a segunda maior empresa do Brasil em valor de mercado, atrás apenas da Petrobras. Hoje é a quinta. Estão à sua frente a cervejaria Ambev, os bancos Itaú e Bradesco e a Petrobras. Entre os fatores que explicam a desvalorização da Vale, está o fim do superciclo de commodities. O minério de ferro, principal matéria-prima da Vale, está cotado abaixo dos US$ 70. Em seu auge, a commodity esteve perto de US$200. 

Neste ano, o minério de ferro acumula queda de quase 50%. A desaceleração da China e o excesso de oferta da commodity combinada à diminuição na demanda fizeram com que os preços alcançassem a mínima de mais de cinco anos. “Temos de estar focados em disciplina, alocação de capital e austeridade para obter resultados em qualquer situação”, afirmou recentemente o presidente da Vale, Murilo Ferreira. 

O executivo tem afirmado que a empresa se preparou nos últimos anos para enfrentar o que ele chama de “momento menos exuberante” na mineração. Uma das estratégias, desde que Ferreira assumiu, tem sido cortar custos. Os gastos gerais administrativos da Vale, por exemplo, passaram de US$ 2,3 bilhões, em 2011, para US$ 900 milhões, estimados para o fim de 2014. Os gastos com pesquisa e desenvolvimento também tiveram uma queda: de US$ 1,7 bilhão para US$ 800 milhões, no mesmo período. 

Os investimentos da mineradora brasileira também serão menores ao longo dos próximos anos. Em 2011, por exemplo, a Vale investiu US$ 16,3 bilhões. Neste ano, a estimativa é de US$ 12 bilhões. Em 2019, a estimativa é de investir US$ 4,9 bilhões. As informações são da revista Istoé Dinheiro.


O NOVO CODIGO DA MINERAÇÃO
Governo pretende aprovar novo Código de Mineração em 2015, diz Lobão

O ministro de Minas e Energia (MME), Edison Lobão, afirmou que o governo espera aprovar o novo Código de Mineração no ano que vem. A declaração foi feita hoje (23) durante entrevista com jornalistas em Brasília (DF). Lobão confirmou que deixará o ministério e retomará ao Senado no início de 2015.



Segundo o ministro, sua passagem pelo MME terá a frustração de não ter refeito o marco regulatório do setor mineral. A medida tem a previsão de aumentar o pagamento de royalties da extração de minério, mas acabou não votada, segundo Lobão, por pressão das empresas. "Todos reclamam. É da natureza humana. Mas a pergunta é: estão fora do setor ou dentro dele? Quando vamos ver os leilões, sempre há interesse", disse. 

O Congresso Nacional entra em recesso nesta terça-feira, permanecendo sem atividades até fevereiro do ano que vem, adiando a votação de vários projetos para 2015. Entre eles, está o projeto de lei que propõe o novo marco regulatório para o setor de mineração. A proposta original foi apresentada na forma de Projeto de Lei pelo poder executivo em meados de junho de 2013. 

O PL inclui a atualização do Código de Mineração, a criação da agência Nacional de Mineração (ANM) e a formação do Conselho Nacional de Política Mineral (CNPM). O atual Código de Mineração (Decreto-Lei 227/67) foi publicado durante o regime militar. Para atualizá-lo, o governo federal enviou ao Congresso Nacional uma nova proposta (PL 5807/13), que se juntou a outros seis projetos de lei (PL 37/11 e apensados) sobre o assunto que já tramitavam na Câmara dos Deputados desde 2011. Durante a entrevista, Lobão anunciou que deixará o cargo no próximo dia 1º de janeiro com a certeza de que o Brasil não passará por um racionamento. 

“Não tivemos e não teremos racionamento, temos energia sobrando”, disse. Segundo o ministro, o Brasil deve terminar 2014 com expansão de 7 mil megawatts (MW) em seu parque de geração de eletricidade, acima dos 6 mil MW previstos. Lobão afirmou que a decisão de não fazer nenhum tipo de racionamento ou campanha de racionalização de energia diante da crise do setor neste ano foi tomada com base em decisões de técnicos do governo, que não viam risco de colapso do sistema, apesar de recomendações de técnico do setor para isso. Ele não considera que o sistema de bandeiras, que vai vigorar a partir de 2015, seja um processo de racionalização. De acordo com o ministro, o custo a mais de energia pago pelos consumidores neste ano seria quase o dobro se o governo não tivesse tomado as medidas para reduzir o preço da energia em 2012. 

Para ele, o custo maior é melhor do que ficar sem energia. "Não se pode é não ter [energia]. O custo é lamentável, mas não ter é pior", disse Lobão.
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Edison Lobão, ex- ministro de Minas e Energia. Agência Brasil
Com informações das agências Bloomberg, Reuters e Folhapress

terça-feira, 25 de novembro de 2014

na rica provincia de Parauapebas...



BLECAUTE!


Mudanças a vista. Apenas troca de cadeiras, porque mudança é o que não veremos  neste ajuntamento que se diz poder executivo. Mais uma pantominia, um ajeitamento que um governo num momento e situação tao especiais para nossa cidade.
 


Para quem trabalha Vanterlor Bandeira?  Trabalha para os dois lados, orientado e executando ordens expressas de Gláucia, a grande mentora dessa loucura chamada governo Valmir da Integral. Gláucia é a grande ordeira das ideias e ações de Vanterlor, que tem diletos e especiais amigos na Câmara, destaques para Odilon e outros ratos e especialmente Eusébio, o próximo presidente da mesa diretora da câmara. Dessa forma, vai tentar  garantir o impossível – a cassação do desastre. Com Eusébio na presidência da assembleia, pensam os diletos cientistas políticos de plantão  que a reeleição de Valmir esta garantida. Claro que faltou combinar com Marcelo Catalão, Ângela Pereira, Alex Novo Óleo, Dr. Charles, as ambições de Gesmar Rosa e tantos e mesmo a juventude impetuosa de Flavio Veras. Ou mesmo o eterno Chico das Cortinas e as idas e vindas de  Rui Vassourinha. Valmir da Integral , não sabe o que faz para se manter a frente da maquina mais corrupta, destrambelhada e incapaz da recente historia de nossa cidade. Vai pagar o que fez a vida inteira com tantos, inclusive eu – trapaças, engodos, sacanagens, estelionato, corrupção, traições, vilipendia, mentiras, descrença, falta de fé, malandragem.  Não merece o que ganhou da vida. Devolveu desilusão, mentiras, falsidades e loucura. O mais interessante é o castigo ou realismo que vem de dentro de sua própria casa – uma mulher aventureira, traiçoeira como ele, dominando seus pensamentos e sua alma. Assim, sob suas barbas e olhares lúbricos, com seu imenso poder, ela manipula e direciona Vanterlor Bandeira, Odilon Rocha, os outros vereadores menores e todo o PT local. É uma luta titânica, cruel baixa, vil. Toda uma cidade, todas as leis nacionais, estadual e municipal, toda a sociedade da cidade mais opulenta do Pará e uma das mais geradoras de riquezas do Brasil, a mercê de um jogo de cama, de uma relação domestica potencialmente explosiva. Anos a frente, e se algum dia a razão dominar coração e mente de Valmir da Integral, ele vai lembrar em meio  ao Alzheimer ou a lassidão dos bipolares, todas as oportunidades de redenção que sua alma teve. E quantas vezes ele a condenou ao fogo eterno.

A encruzilhada da sua vida e da vida de toda Parauapebas, incluindo ai seu caixa forte – Hamilton Ribeiro e seus homens no parlamento – os 10 covardes e abjetos engolidores de serpentes (os votos de seus eleitores e sua confiança) é este momento. A historia curva perante tamanha insensatez e incapacidade. A curva da historia assinala uma reflexão importante na compreensão do direito publico, do papel da justiça, da utilidade questionável dos tribunais de contas estaduais, das câmaras de vereadores e das relações conjugais publicas, partilhadas, liberadas ou comuns ou ainda exclusivas – que nem o alcaide mor merece. Recebe na mesma moeda o que fez a vida inteira com suas companheiras, incluindo ai o ódio e a revolta de Célia da Integral ao ser preterida, enganada pela mulher do caseiro.

Vanterlor é um autômato sem RAM, sem núcleo, sem software excelente e com selo. É um autômato de lata, cujo programa é rodado remotamente. Articula, promete, decide. Seu programa não roda em rede, é locado na maquina mãe, na matrona de cama e mesa chamada Gláucia. É este um dos infernos da nossa cidade. Mas o inferno maior é e foi  a escolha de Valmir da Integral prefeito. Esta é nossa cruz e fado maior. Imaginem o estrago único e espetacular que este ser causou a nossa cidade, aos nossos negócios, a nossa honra e capacidade de discernir. Doente, transmite sua loucura a um vilarejo que tenta se construir, que tenta e luta para se tornar cidade.

Quando no tempo do Darci, este Vanterlor se revoltou contra. Fez discursos, acusou, estimulou CPIS. Aumentou seu valor de mercado saindo do  seu ninho, o mesmo PT que tenta destruir agora. Levar o PT ou o resto do PT para os braços e governo de Valmir da Integral é capitular, é entregar uma mercadoria de valor agregado – tem a  presidência da republica, para u falastrão tratante e mentiroso. O PT será esmagado junto com Valmir, que não cumprira nada do prometido. Não é nem decisão pessoal de Valmir em honrar suas decisões e compromissos. Sua doença – transtorno bipolar brando – o impede de ações concertadas e coerentes.  Evidencia quanto precisa decidir – uma comparação – aqueles crimes do programa Linha Direta. Na sua massiva maioria eram cometidos por pessoas com esta doença psicológica e física de Valmir. Trata-se de uma autoridade doente, que precisa de tratamento ou vai nos enlouquecer a todos. Portanto, é direcionado  e manipulado pela expert Gláucia – seus ex-amantes, todos apaixonados sabem do que estou  falando. E são em numero expressivo. Ela comanda e manipula uma mente doente, cansada e relativamente incapacitada para o exercício do poder e do direcionamento político. Temos uma cidade desgovernada, perdida, um desgoverno aberto, pedindo intervenção.
Ao  levar o PT para o governo – ele já esta lá, nunca saiu. Veja a Licitação, a Procuradoria, a Secretaria de Obras, a Secretaria da Fazenda e Educação. Verifiquem quem são os técnicos que decidem. Verão ali a assinatura do PT, que Valmir da Integral fez questão de manter, de deixar lá. E ai ficarão, pois Valmir não tem quadros, seu partido – o PSD – é uma piada de mau gosto, incapaz de reagir, um bando de seres abjetos e covardes, que tremem sob Valmir. Na verdade funcionam mais como asseclas podres do que como homens ou pais de família. Sujeitos a todo tipo de humilhação e domínio, lambem os pés de Valmir, se abjetam para manter seu chefe poderoso e covarde no seu lugar. Ninguém contraria Valmir da Integral.

Os adversários, os grupos a serem batidos num projeto de poder, a perceberem toda a falta de estrutura desse amontado de bestas, se lançaram. Valmir e seu pretenso grupo nunca identificaram o inimigo atrás de sua linha de defesa – Vanterlor e Gláucia.  Foram eles que, conhecedores das hesitações, falhas, doença e incapacidade de Valmir da Integral que o venderam barato a Odilon Sansão, a Devanir, a Brás, a Josineto e a todos os que se dizem vereadores de Parauapebas, escolhidos e votando com Valmir . Foram eles os mentores de toda a bandalheira cometida por Valmir, claro não o isentando, mas denunciando a Conspiração contra Parauapebas.

Infelizmente não temos um gestão. Repetindo o dito por uma postagem anterior noutro blog, é o chamado calote eleitoral. Valmir recebe o governo mas não entrega governabilidade. Cerca-se de toda sorte de canalhas, de homens maus para sua ação. Seu grupo, talvez bom demais, talvez por quererem demais ou de menos, não importa, mesmo porque Valmir não liga para nada, para a justiça, juízes, PF, MPE, Policia Civil, não, definitivamente ele não liga para ninguém. Nem para Moisés da Buriti, nem para Bruno Soares, nem para Darci, ou mesmo para Adelson. Não, a sua mente, a sua alma pertencem a Glaucia. A estratégia de Gláucia, seu instrumento de trabalho, sua mente guiam Vanterlor Bandeira. Entregue a sandice, a sem-vergonhice, a malandragem, o trio de poder fazem o que querem.

Hamilton Ribeiro,  Gesmar Rosa, Dr. Rômulo, Odilon, Bosco, Jover, Alex, Célia, Ângela Pereira, Massud. O que poderão fazer e se puderem fariam algo? O retorno do primeiro esta chegando. Contas impagáveis vão leva-lo ao desastre econômico e a iminentes perdas financeiras e de moral. Os milhares ou milhões de reais pagos por fora ou por favor não poderão ser repostos. Há três meses suas maquinas estão paradas e a melhor obra – a duplicação da avenida Liberdade – esta nas mãos de um grupo realmente poderoso – o Armazém  Paraíba, sua principal estrela. Dessa forma, Valmir da Integral inicia sua vingança aos desmandos de Hamilton Ribeiro, ao ódio exalado quando foi escolher alguém com tanta disposição a acatar suas ordens tresloucadas. Acatou tanto que não tem como pagar mais e ai esta o perigo – se abriu para toda sorte de especulação, atraindo para si toda sorte de atenção, inclusive as indesejadas atenções dos órgãos fiscalizadores do dinheiro. Agora, se não for realmente forte, será descartado. E quando a CPI DO LIXO, alcançar os contratos e participações, quando   se iniciar as investigações de onde sai tanto dinheiro desse governo, quando se procurar e achar o caixa dois de Valmir, é que os problemas realmente virão. A moderna lei anticorrupção brasileira pune os dois – corruptor e corrupto. O tempo vai nos mostrar.

Os desafetos do Valmir que se aglutinaram ao redor de Helder Barbalho – que já conhecemos sua historia nada gloriosa, precisa continuar unido. Sob a liderança de Ângela Pereira, substituta possível de Valmir da Integral, poderá ajeitar a casa, dar continuidade ou mesmo iniciar um governo digno de Parauapebas. Ângela Pereira poderá  deter a conspiração palaciana alterando os destinos dos conspiradores contra o povo. Todos estes desafetos de Valmir precisam agora se unir e ir para as ruas, mobilizar as massas, atacar o já fragilizado e isolado Valmir da Integral, principalmente se o PT assumir o poder. De olho no breve futuro, este grupo não pode permitir que o resiliente Valmir da Integral fortaleza. Uma mobilização das massas, uma interpelação ao supremo tribunal federal, alegando insanidade e improbidade administrativa seriam um reforço de enorme impacto para melhorar e dar esperanças a este aglomerado urbano. Parauapebas será destruída por esta gangue, Valmir à frente.

O papel da vice-prefeita, agora excluído é primordial para manter as instituições. Não podemos perder mais dois anos de loucuras e perdição. Me pergunto para que os agentes do mal precisam ainda acreditar nas falsas promessas de Valmir se podem reconstruir tudo sem ele? Ângela pode e deve se transformar no paladino das reparações, na líder da luta contra a corrupção, contra a banalização da destruição ambiental, contra a desonestidade e a ausência de compromisso por parte de autoridades da saúde, da educação, da conservação urbana e de tantas mazelas que hoje são corriqueiras e que nem assustam mais os habitantes desta punida urbe – talvez do papel da nova Sodoma ou Gomorra, ou mesmo na pele da Judeia ocupada e destruída pelos romanos. Porque hoje, o sistema de governo romana esta entre nós. Com Valmir no papel do Cesar e sua mulher no papel de governo, mandando pelo corpo o lacaio ignorante e covarde, servo de dois senhores –deus e o diabo.

Fico a imaginar os sonhos de Valmir. Sua compreensão, se consegue ver – a merda que faz do seu espírito, de sua moral e sua historia. Esta tudo ai. As piores escolhas. Não percebe o sabotador de tudo, os interesses egoístas e seu isolamento. É o personagem que interessa à historia. E passará a ela como vilão analfabeto, como rato de esgoto, como ladrão incompetente. Não como o homem limpo e respeitável que lutou  para ser a vida inteira. Mesmo tendo  a Célia a frente, num arranjo que enganou Parauapebas e deu tanto certo, por tantos anos. Caiu a mascara com o poder. As crises recorrentes são resultado de uma ignorância egoísta percebida e mesmo entregue a interlocutores espertalhões – os dois  residente devils que hoje governam a todos nesta cidade sitiada.

Acredito em sabotagem. Acredito em justiça e órgãos controlados comprados. Acredito em silencio e até, acredito em reeleição de Valmir da Integral.

Mas acredito mais nas ações firmes de Ângela Pereira, na resistência e estratégia do G5 (Charles, Bruno, Pavão, Arenes e Eliene) e na capacidade de recuperação dos habitantes de Parauapebas. Não acredito que a justiça fique mais dois anos isolada  e em silencio. Não acredito que o Brasil – no estagio em que se encontra suas massas, mais atentas, mais preocupadas com o futuro, deixe prevalecer esta miséria que estamos vivendo a cada dia.

Com a ordem para cortar 30% do pessoal contratado de imediato, as dispensas já acontecendo e sem apelos ou possibilidade de manutenção, com todas as obras paradas, todo o equipamento parado, toda a cidade parada, os hospitais e postos de saúde sem medicamentos. Com a paralisia entupindo as artérias da  gestão municipal e na iminência de novas e preocupantes investigações  publicas tomarem corpo junto a desastrada trupe liderada por Valmir, não sabemos como comunidade aonde ir. Paralisados seja por interesses pessoais, seja por falsas e impossíveis promessas e possibilidades, quem pode realmente decidir  o destino de Valmir e de Parauapebas esta engessado.

Mas precisamos resolver.

O que faremos com Valmir da Integral? O que podemos ter de revolta e conformação? Será que realmente merecemos tanto descalabro e inoperância?  Somos a causa de tamanho descaso e irresponsabilidade? 

Ou podemos nos unir e mudar?